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19/05/2017 - 16h47

Estabelecimentos comerciais terão que seguir normas rígidas para obter "Selo Sem Glúten"

Por Claudia Ribeiro

(Descrição do áudio))

Se até pouco tempo era difícil para o doente celíaco comer fora de casa, hoje em dia já não é tanto assim.  Adriana Ferrarini, que, além de ser portadora, descobriu que os dois filhos gêmeos Felippo e Pietro, de 9 anos, também são, diz que consegue sempre encontrar produtos sem glúten nos estabelecimentos  comerciais.

(Sonora)

 É que depois que os especialistas passaram a chamar atenção para a doença e  a população descobrir que retirar o glúten do dia a dia pode fazer bem à saúde, muitos estabelecimentos comerciais começaram a vender e até a produzir  alimentos sem a proteína. Ano passado, os parlamentares aprovaram uma lei, de autoria da deputada Cláudia pereira (PSC) que institui no Paraná o Selo Sem Glúten.  E foi para falar dele, que está sendo regulamentado pelo governo, que Cláudia Pereira convidou a chefe da Vigilância Sanitária de Alimentos da Secretaria da Saúde, Karina Ruaro de Paula, para participar do evento que comemorou o Dia do Celíaco na manhã desta sexta-feira (19) no Plenário da Casa.

   A especialista explicou que será assinado    um decreto para estabelecer as diretrizes para que se atenda às exigências da lei e que serão  criados dois tipos de selo: um para os que comercializam produtos com e sem glúten e outro para o local que vende   100% dos produtos livres da proteína. Nesse caso, porém, o dono  terá que   garantir que não há contaminação cruzada,  “uma transferência de traços ou partículas de glúten de um alimento para outro, diretamente ou indiretamente”. A contaminação cruzada pode ocorrer durante o plantio, colheita, armazenamento, beneficiamento, industrialização, transporte ou manipulação de alimentos. Quem vai emitir o selo é a própria vigilância, que também será responsável pela fiscalização. A validade será de um ano.  Cláudia Pereira diz que o importante é que as pessoas identifiquem os estabelecimentos que vendam ou até que produzam alimentos sem glúten para terem opções no dia a dia.

(Sonora)

Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.   

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