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26/06/2018 - 10h45

Produtores de café pedem apoio de Governo e Assembleia para melhorias no plantio

Por Cláudia Ribeiro

(Descrição do áudio))

  Degustação de café,  encontro de produtores,  representantes de órgãos do Governo do Estado, prefeitos  e deputados. Foi  com o Plenarinho lotado que aconteceu na manhã desta terça -feira (26), uma audiência pública sobre “Políticas Públicas para o Café no Paraná “.  O produtor  Francisco Barbosa de Lima,  do Norte Pioneiro destaca a importância de se debater o tema, mas principalmente, a necessidade  de mais apoio governamental para ampliar a plantação e investir em maquinário.  

(Sonora)

Francisco possui 30 hectares. É considerado um médio produtor, mas a área média das propriedades no Paraná é hoje  de 18 hectares. O estado já figurou entre os grandes produtores de café no Brasil.  Mas depois da geada negra de 1975 e do clima desfavorável ao longo dos anos, está atualmente na sexta posição. Mesmo assim, aqui são produzidos grãos de excelência, que ocupam as primeiras colocações em concursos nacionais.  O objetivo, segundo um dos proponentes da audiência, deputado Pedro Lupion (DEM),  e elaborar projetos e políticas que possam dar o apoio que os produtores esperam e valorizar ainda mais o café paranaense.

(Sonora)

Para isso, outro deputado proponente do debate, Anibelli Neto (MDB),  se mostrou aberto a sugestões.

(Sonora)

Os dados apresentados por técnicos da Emater, contaram um pouco da  história do café no Norte do Paraná.  Na década de 1960, com terra fértil e farta, migraram para a região  paulistas e mineiros. Na época, eram mais de um milhão e 600 mil hectares de área continua do café  e o estado era o maior exportador de café do país. 200 municípios foram criados em função do plantio.  E o  sistema cooperativista se fortaleceu.   Na década de 1970, o preço da soja triplicou, vieram as grandes geadas e houve aumento da  migração  do campo para a cidade. Daqueles mais de um milhão de hectares, em 2017, o número foi de  46 mil hectares. Porém, as  lavouras, segundo a Emater, são altamente produtivas, com sustentabilidade, com tecnologia e geram 17 mil empregos no campo. Potencial e  tradição o Paraná tem. “ Se não somos os maiores, Sonos os melhores”, ouviu-se durante a audiência.

Falta superar os desafios e entre eles, por exemplo, estão as melhorias nas linhas de crédito para o pequeno produtor,  para que ele possa mecanizar o trabalho,  investir em veículos, e não depender do clima, para gerar renda e diversificar a produção, como lembrou  o deputado Schiavinatto (PP), também responsável por organizar a audiência.

(Sobe som))

Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.

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