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20/11/2017 - 19h08

Delegado do Nuciber explica na Alep a importância de saber utilizar a tecnologia

Por Cláudia Ribeiro

(Descrição do áudio))

 O delegado do Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber) Demétrius  Gonzaga, foi o convidado do Grande Expediente da Assembleia Legislativa desta segunda-feira (20). Ao usar a Tribuna, ele falou sobre o trabalho da delegacia, criada há 12 anos e da evolução na solução de crimes, graças a leis federais e estaduais, entre elas, o marco civil da internet e a lei, que ficou conhecida como  Carolina Dieckmann, que alterou o Código Penal Brasileiro, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos, o que, segundo Demetrius, foi fundamental para que o número de crimes esclarecidos, ultrapassasse os 90% nesse período.

(Sonora)  

 Os crimes chamados de “informáticos”, (neste momento,  12 mil em andamento no Nuciber),  estão relacionados, entre outros,  a  pedofilia, estelionato nas vendas pela internet, ameaças, bullyng, crimes contra a honra e notícias falsas, as fake news. Como o que aconteceu recentemente envolvemdo o nome do  deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), como lembra o parlamentar.

(Sonora)

  O delegado Demétrius promete dar uma responda rápida ao parlamentar. E para isso,  segue duas linhas de investigação: de ter sido um crime de calúnia contra a pessoa de Romanelli ou se envolve o fato dele ser um político.

(Sonora)

 Demétrius Gonzaga  orienta que a população deve denunciar às autoridades em casos como este e que  é preciso checar a origem da informação antes de repassá-la, seja em redes sociais ou grupos de whatsapp, já  que há penas de detenção para quem espalhar notícias falsas, ou até mesmo fazer um perfil fake numa rede social. Elas podem  variar de  dois a cinco anos de prisão.

(Sonora)

Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro. 

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